Não venhamos porem agora a somente criticar, mas analisar e raciocinar todo o projeto
e o que aconteceu antes da escolha, Pep Guardiola fora considerado pelo povo como
técnico pois ultimamente o torcedor percebe que o trabalho de um treinador é algo
inovador e sinceramente não vejo algo inovador no Brasil ultimamente em relação
a tática e a conhecimento;vejo um futebol brasileiro corrido, com efetividade, mas
sem compactação portanto relembramos que aqui a retranca pode se tornar quase sempre
títulos, temos jogadores que possuem qualidade porem sem técnica, conseguem driblar
mas não conseguem armar. Temos, portanto uma seleção que vive de momento e não de
continuidade, relembramos o título que conquistamos, mas por volta e meia esquecemos-nos
de enfatizar como deveríamos jogar, desejamos muitos títulos que deixamos para
lá os Zicos, Rivelinos, Tostões e acabamos enfatizando Dungas, Mauro Silvas e Gilbertos
Silvas.
A seleção precisava de uma cara nova e de uma nova forma de
mudar e Mano estava a tentar mudar esta idéia, não achava o momento para
treinar uma seleção devido a sua pouca experiência porem retirá-lo foi no mínimo
idiota e sem responsabilidade.O interessante é que vemos uma CBF comandada pelo
poder política e não pela capacidade e amor pelo cargo, vemos o senhor José
Maria Marin que é está muito mais para ditador do que para presidente da CBF,
um presidente ligado ao partido ARENA que prefere abafar as crísticas com
discursos “pseudonacionalista”, onde um de seus discursos sobre a TV Cultura na
década de 70 teve como fim o assassinatos de Vladimir Herzog na época diretor
de jornalismo.
Tenho pena que nosso futebol mais uma vez se construa em bases feitas de cimento enriquecido com política, empobrecido de amor e capacidade e agora pintado pela tinta da agressão e do nacionalismo do “Ame-o ou deixe-o” da alma ditatorial do caro atual presidente da CBF. Espero que daqui a alguns anos não tenhamos que morrer para termos expressão para criticar o futebol do país presente nas maiores economias mundial, porem algumas vezes sinto que este é meu verdadeiro Brasil já que aqui é o país da falsa: falsa economia, falsa liberdade, falso crescimento, falsa educação, falsa saúde, falsa vontade,...
Tenho pena que nosso futebol mais uma vez se construa em bases feitas de cimento enriquecido com política, empobrecido de amor e capacidade e agora pintado pela tinta da agressão e do nacionalismo do “Ame-o ou deixe-o” da alma ditatorial do caro atual presidente da CBF. Espero que daqui a alguns anos não tenhamos que morrer para termos expressão para criticar o futebol do país presente nas maiores economias mundial, porem algumas vezes sinto que este é meu verdadeiro Brasil já que aqui é o país da falsa: falsa economia, falsa liberdade, falso crescimento, falsa educação, falsa saúde, falsa vontade,...
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